Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/07/2020
Nesses últimos meses, o debate sobre violêncai policial contra negros ganhou forças, isso por causa do caso George Floyd, homem negro desarmado que foi assassinado por um policial no estado de Minnesota nos Estados Unidos. Depois disso protestos por todo o mundo começaram a reinvindicar justiça aos negros que são assassinados brutalmente por policiais, exigindo punições mais severas aos policiais que cometeram tais atos.
No filme “O ódio que você semeia” um polical branco para o carro de um jovem negro e sua amiga, quando vê o jovem esticando o braço para pegar algo o policial atira e o mata, sendo que o objeto era apenas uma escova de dentes, mostrando a esteriotipação dos negros como criminosos. Em uma pesquisa feita pela UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos), no ano de 2011 que aproximadamente o número de negros assassinados por policiais é 3 vezes maior do que o número de brancos. Isso mostra um racismo institucional, implantado na nossa sociedade, mesmo que inconsciente, infelizmente é uma “tradição” nós sermos racistas.
Um caso que ficou bem conhecido com os recntes acontecimentos é o caso do jogador de futebol americano Colin Kaepernick. O jogador se recusou a cantar o hino nacional antes de uma partida em 2016, ajoelhando-se, segundo ele, porque não iria mostrar orgulho pela bandeira de um país que oprime o povo negro. Com esse ato, a liga de futebol americano dos Estados Unidos e seus próprio time condenaram seus protestos, seu time encerrou seu contrato e a liga o baniu, impedindo que outras equipes o contratassem, mesmo sendo um jogador conseiderado muito bom pelos críticos, tendo chegado as finais duas vezes.
Dado esses acontecimentos, é essencial que o governo tenha uma rigidez com os policiais, sendo estritamente contra esses atos de violência contra negros, sujeitando os policiais que abusarem de seu poder a prisão, com a finalidade e acabar com esses homicídios sem sentido, além de um investimento na educação com os mais jovens, para instruílos sobre igualdade entre negros e brancos, através de oficinas, palestras e aulas especiais, para evitar a criação de crianças com ideias racistas.