Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 22/07/2020

“Violência policial contra negros no Brasil e no mundo”

Como descrever um fato tão triste e ao mesmo tempo conflitante que é saber que entre os brasileiros somos 53,6 % de negros e esta maioria é pobre e mora na periferia das cidades.

Quando negros sobem são taxados de traficantes ou “subiram ilicitamente”. Será que podemos dizer que se tem uma democracia e que todos são iguais com direitos e deveres regidos pelas mesmas leis se esta maioria é excluída e sofre tanta repressão.

Falando em repressão devemos salientar a repressão policial. Por vezes até policiais negros, reprimem negros em nome da lei. Onde está o erro? Nos policiais ou na própria sociedade que vê os menos privilegiados como um meio de ganhar sempre mais.

Na cidade americana de Cleveland alunos negros e brancos possuem escolas individualizadas, aí está o erro. O erro está na falta de convivência, assim os policiais não convivem com suas etnias e acrescentam uma lei individualizada a cada classe social e sua face mais ou menos pálida. As enormes contradições são que policiais e população também não recebem a mesma educação. As diferenças se marcam na hora de escolher até as profissões, por que ser policial? Esta é uma maneira de sentir empoderamento diante da sociedade. Daí surgem as abordagens violentas e sobre a população mais carente e negra onde a força de revidar é menor ou o revide é mais forte pela ação de grupos de proteção de comunidades.

Olhando ainda para as pessoas que ocupam os trens de grandes cidades podemos notar que todos desconfiam de todos e que se for negro a desconfiança é ainda maior porque a sociedade taxou de “aquele não presta”.

Conclui-se assim que podemos mudar esta visão e a violência policial, bem como a discriminação e o racismo pode ser menor a partir da educação, da formação de pessoas mais justas e equilibradas. Quanto aos governos podem promover uma melhor formação nas academias de polícia e militares para desenvolver o controle das ações e do uso da força. Ser policial deveria ser também um motivo de realização onde a sociedade seria o motivo maior de sua existência e não somente a proteção do governo dominante.