Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 02/08/2020
A minissérie da Netflix " Olhos que condenam", conta a história de jovens negros que foram levados á delegacia e foram acusados e condenados injustamente por estuprar uma mulher branca no Central Park. No Brasil casos como os da minissérie são “comuns” , ja que o crime na sociedade brasileira já está implantado pela cor ou raça.
A violência policial, principalmente contra negros não é novidade pra ninguém e fica muito clara nos dados, o número de pessoas mortas por policiais em sua imensa maioria são jovens, negros e de periferia. Entre janeiro e julho de 2019, só a polícia do Rio matou 1.075 pessoas, 80% delas negras. Total é o dobro das vítimas em todo os EUA no mesmo período, afirma a página do jornal dw. Entretanto, cabe destacar que o contexto histórico de ambos os países influencia nesse tipo de política de segregação. Os EUA e o Brasil, em sua história, enfrentaram períodos escravocratas, onde negros, além de escravizados, sofriam diversos tipos de violência física e psicológica.
“Racismo no Brasil, todo mundo sabe que existe, mas ninguém acha que é racista”, diz a filósofa e escritora Djamila Ribeiro. Quando um policial acusado de racismo logo falam que foi um engano ou apenas legítima defesa, mas aí nós perguntamos, como a morte de uma criança por 72 tiros dentro de sua própria casa, ou fuzilar um carro com 80 tiros onde está uma família pode ser por engano? Não é engano, é racismo.
Em virtude dos fatos mencionados, fica perceptível a necessidade a mudança de postura da polícia em diversas situações. É viável mudar o modo que os agentes são treinados, como também o acompanhamento psicológico, educacional desses profissionais e a denúncia de brutalidades, acabando com o abuso de poder e as manifestações de violência, além disso deve aumentar a fiscalização sobre os crimes de racismo, para q assim, consiga acabar com essa terrível situação.