Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 31/07/2020
A música “Cota não é esmola”, da cantora Bia ferreira, explícita o contexto de uma minoria que é oprimida devido a sua cor. De maneira análoga, no Brasil hodierno, tal opressão é recorrente na sociedade, principalmente, se retratada a relação entre policiais e jovens negros brasileiros. Com efeito, o vínculo defasado dos agentes e do corpo social negro torna-se uma problemática comum na sociedade devido a dois fatores principais: o preconceito enraizado na sociedade e a falta de capacitação policial.
A priori, é fulcral pontuar que o racismo está fixado em nossa sociedade e que este afeta de forma negativa a minoria. Isso ocorre desde o proêmio e por este motivo possui laços alicerçados no corpo social. Tal fenômeno comprova-se por meio da luta negra que reivindica direitos de tratamento iguais durante abordagens policiais, o movimento “Black lives Matter” surgiu em 2013, em Ohana, com o intuito de combater as agressões direcionadas a população negra, que é, consideravelmente, mais afetadas que outros grupos. Logo, já que tal problema está em evidência na coletividade faz-se imprescindível a existência de ações mútuas entre instituições para combater esse paradigma da contemporaneidade.
A posteriori, é válido averiguar que a negligência na boa formação policial acentua essa conjectura. Isso se dá, na prática, pela falta da abordagem do assunto nas instituições de capacitação, bem como pela ausência de projetos governamentais efetivos de conscientização e informação. Diante disso, o baixo nível de prudência na habilitação dos agentes para superação de preconceitos retrógrados constitui um empecilho para arcar com esse cenário. Desse modo, é substancial que os órgãos públicos tomem providências para reverter tal panorama.
Em síntese, a observação crítica dos fatos sociais reflete a urgência de viabilizar medidas para mitigar esse quadro caótico. Portanto, cabe ao Governo Federal, por meio de subsídios, fornecer a capacitação necessária para que preconceitos retrógrados sejam desvinculados da relação entre agentes e jovens negros, uma vez que a correta aptidão do futuro corpo policial será primordial pra abnegar tal impasse, a fim de promover um meio social livre de violência policial contra os negras e reverter o contexto de desigualdade expresso na musica " cota não é esmola".