Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 31/07/2020
É indiscutível que o livro ‘‘O cortiço’’ de Aluísio Azevedo, retrata como os negros viviam após a abolição da escravatura em 1888. Conquanto, no contexto hodierno, a situação afrodescendente não é semelhante a quando os escravos foram alforriados, mais o preconceito ainda existe. Nessa perspectiva, é relevante destacar o sistema de cotas para os negros e violência policial e a desigualdade racial.
Convém ressaltar, a princípio, que as cotas para quilombos e negros é algo que existe como medida do Governo para que a igualdade seja alcançada. Conforme Norbert Elias, ‘‘Não existe sociedade sem indivíduos, nem indivíduos sem sociedade’’, logo, o sistema de cotas busca organizar a população, mas acaba deixando uns mais favorecidos que outros, tornando ineficaz o favorecimento aos cotistas.
Não obstante, os policiais agem com hierarquia e como a maioria da população pobre é negra, a violência é muito maior. Em contrapartida, a desigualdade é algo que sempre existiu no Brasil; ’’ todos são iguais perante a lei’’, como é colocado na Constituição Federal, destarte, a força tática do País não trabalha consoante a lei, já que a mesma favorece a elite e parte para a agressão com as pessoas de classe baixa.
Por conseguinte, a violência policial contra negros, possui uma taxa muito alta, tornando o mundo muito mais preconceituoso do que se pensa. Em síntese os Direitos humanos em parceria com a Secretaria de Políticas Publicas, como uma das representantes do Governo, deve impor uma reforma publica racial, por meio de demissão de policiais que desrespeitem a lei, palestras, anúncios, assim, a agressão com a classe baixa reduziria. Dessa forma, a situação mundial seria totalmente diferente do mundo pós abolição escravista, que é demonstrada no livro O cortiço.