Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 12/08/2020

Não é de hoje que convivemos com o racismo em nossa sociedade. Nos séculos anteriores, vimos europeus invadindo países africanos, sequestrando e escravizando os negros, com uma justificativa que por serem negros, seriam inferiores aos brancos.

Em pleno século XXI, é inadmissível que ainda temos que falar que sobre o racismo como se fosse algo novo e que ninguém soubesse que tal ato é criminoso. Atualmente, jovens negros e periféricos são um dos que mais sofrem com o preconceito -por morarem na periferia são vistos como usuários/traficantes de drogas, mas nunca como um jovem inocente-. Nas operações polícias que acontecem nas favelas do Rio De Janeiro é perceptível o racismo velado que ocorre através de alguns polícias que matam esses jovens -inocentes e na maioria das vezes menores de 15 anos, como o caso do menino João Pedro- por “engano”.

No seriado norte-americano Todo Mundo Odeia o Chris, -que mostra a rotina de um menino negro que estuda em uma escola aonde ele é o único negro- se é observado como o racismo pode vir de qualquer pessoa, até mesmo de uma professora, como a do Chris, Senhorita Moreno. O que acontece com o personagem inspirado na vida real de Tyler James, também ocorre em escolas aqui no Brasil, um exemplo disto, foi uma estudante de uma escola privada, no Rio De Janeiro, que sofreu racismo pelos colegas de sala através de um grupo em uma rede social

De fato, não há como negar que por conta de sua cor, jovens tem sua vida interrompida injustamente, e desistindo da escola por conta do racismo. Cabe ao MEC, criar campanhas para todas as idades -por meio de redes sociais e programas educativos nas escolas- para o combate do racismo nas escolas. Em adição, o Poder Legislativo deve criar leis mais duras à policiais que matam sem motivos os jovens negros inocentes -para que eles, que tem o dever de proteger e não matar inocentes, cumpra com penas mais rigorosas-