Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 02/08/2020

A necessidade de mão obra durante o processo de colonização de terras, contribuiu para a procura por  viabilidade da mão de obra, o que, portanto, por influência da igreja, fez o negro ser escravo.Na atualidade, a violência policial contra negros, recebe força desas práticas antigas, assim como, a falta de impunidade pelas práticas.Dessa forma, é preciso projetos para acabar com o racismo “materializado”.

Em princípio, o racismo estrutural é fortemente percebível nas instituições militares de combate ao crime. No ano de 1989 em Nova York, cinco adolescentes negros foram incriminados pelo estrupo de uma jovem branca de 28 anos, que ocorreu no Central Park, local em que eles também estavam. Os policiais foram totalmente ignorantes ao investigar o caso, assim, culparam os adolescente apenas pela cor.Desta maneira, torna-se evidente a incompatibilidade da instituição frente a sociedade, visto que, em casos como esses, desvirtua totalmente sua função de contribuinte para a segurança e bem está social.Em síntese, a visão do negro como “vilão” deve ser desmistificada, sobretudo nas organizações militares.

Por conseguinte, os atos racista devem ser julgados com mais detalhamento, já que, em muitos casos de violência, são brutalmente encubados, o que faz com que a prática continue se estendendo ao longo do tempo. Segundo o filosofo grego Aristóteles, A justiça é uma concepção fundamental dentro da teoria ético-política aristotélica, ela é a virtude que rege as relações dos homens na cidade. O pensador pontua que a justiça é uma disposição de caráter que torna os homens propensos a fazer e desejar o justo.  Contudo, existe falhas no Sistema Judiciário, a Constituição Brasileira declara o racismo como crime inafiançável, mesmo assim as práticas continua ocorrendo. Na esfera militar, os policiais ganham autonomia para serem encobertos por crimes, por serem eles próprios que fazem a justiça. A concepção de pena adequada, deve ser trabalhado internamente nos batalhões policiais, para que, eles venham trabalhar com mais imparcialidade.

Portanto, é necessário alestar e inibir não só os policiais acerca do racismo, mas também toda a população.Nesse sentido, é imprescindível que o Ministério da Educação crie debates interativos em escolas,  e que seja obrigatório, sobre a importância do negro na construção da sociedade global, por meio de palestras mensais nas escolas. Desta maneira, o racismo estrutural será desmistificado e os futuros policiais não compactuarão com visões reversas. Também é necessário que os casos de violência sejam exposto a público. O Judiciário deve intensificar as investigações em casos que foram ocultados. Isto posto, os negros e brancos andarão no mesmo barco, em pé de igualdade.