Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 03/08/2020

No documentário Racismo uma Historia é relatada a cruel marca deixada pelo racismo ao longo dos seculos. No Brasil e o mundo formado pela união de diversas bases étnicas e, como resultado estão presentes no seu território em muitas regiões. Entretanto, nem essa adversidade e liberdade racial garantida pela constituição cidadã faz com que o país seja respeitosos com as diferenças étnicas. Contudo, a história racial no mundo ocidental é amplamente associada à escravidão como a forma primitiva do colonialismo, abordado no documentário.

Primordialmente a presença da não aceitação das bases étnicas em diferentes lugares e momentos históricos, como nos seculos XVI e XVII, com os europeus praticando a escravidão, na Africa e no Novo Mundo, em seculos na pratica de escravidão. Evidente, que é comprovável que a intolerância étnica pela seguinte frase: “da cor do pecado, ou não sou tuas negas” de uma forma ignorante faz entender que não existe maldade, porém atras de toda frase existe um contexto.

Em qualquer cenário, o processos de frases e falas ignorantes, são os agravantes dessa intolerância racial. Desde dos seculos passados, a forma de ver raças diferentes do padrão da sociedade é discriminada. No documentário, foi exposto que, á colonização belga do Congo, onde os negros que não atingiam a cota diária da barrocha tinham as mão decepadas, que demonstra a inflexibilidade com pessoas diferente do padrão da sociedade, e, o trafico negreiro, que houve a venda, apropriação, crueldade com negros e a partir disso teve a imagem sobre o racismo.

Portanto é necessário que se reverta a mentalidade retrógrada e preconceituosa para resolver o impasse existente no cenário brasileiro e no mundo, para que a intolerância racial não se agrave ainda mais, urge que a sociedade aga diferente, continue com as mobilizações, agrave ainda mais palestras, ações com órgãos, pessoas que tem propriedade na fala, pois a propriedade trás autoridade. Evidente que uma grande mudança no papel não altera as condições materiais de vida das pessoas, ou seja, a mudança precisa partir de cada individuo.