Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 10/08/2020

O filme “Green Book” - o guia - , sob a direção do cineasta estaduniense Peter Farrely, retrata a premissa de um negro que contrata um branco racista como seu motorista. Paradoxo a isso, vê-se a realidade contemporânea baseada no contexto fílmico de temática literal. Outrossim, percebe-se a marginalização e violência ocasionada pela intolerância racial de policiais na sociedade brasileira. Logo, refuta-se a discussão do caput. A priori, ressalta-se o racismo arcaico persistente na sociedade. Exemplifica tal fato a visão do ativista político Martin Luther King, quando explicita ter o sonho de que seus filhos não sejam julgados pela cor de sua pele e sim por seu caráter. De maneira análoga, vê-se intrinsecamente o ímpeto de mudar as práticas preconceituosas na sociedade, visto que os brancos sobrepõem, hodiernamente, os negros. Assim, tais vantagens maximizam a assimetria sociorracial. A posteriori, exemplifica o assassinato do americado Gerge Floyd, no dia 25 de Maio de 2020, pelo simples fato de ser negro. Sendo assim, sua morte desencadeou uma nova onda de protestos nos Estados Unidos sob o tema “Black Lives Matter”. Sob esse prisma, do mesmo modo, pessoas negras são submetidas a atentados de violência e assassinatos por policiais no Brasil, sem a devida punição dos culpados. Conclui-se, dessa forma, a relevância do assunto e a necessidade de mudança. Para isso, deve haver investimento governamental, por meio do poder Legislativo e apoio do Ministério Público, no ímpeto de reforçar as leis punitivas dos agentes que agem de forma negligente e injusta nas operações policiais para com os negros e ou brancos, caso ocorram. É cabível, ainda, a formalização dos manifestos, com legalidade e organização nas ações, a fim de mobilizar a conduta da sociedade e reduzir as práticas racistas existentes. Assim, harmonizar-se-á a vivência de brancos e negros, como no filme “Green Book”.