Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 13/08/2020
Estruturas arcaicas
O afro-americano George Floyd, assasinado por um policial branco nos Estados Unidos, tornou-se um símbolo de uma revolta mundial contra a violência policial. Essa forma de violência assola todo o planeta e afeta de forma significativa os afrodescenentes brasileiros.
Primeiramente, o racismo contra negros cresceu e estruturou-se no mundo durante o período das Grandes Navegações, no século XV, momento o qual africanos eram negociados como objetos para serem escravizados. Esse periodo de trevas vivido por eles durou centenas de anos e no Brasil estendeu-se até 1888, quando foi homologada a lei áurea, a qual proibia a escravidão no Brasil. Essas trevas ainda geram desigualdades ao povo negro no tupiniquim e por todo o globo. Tais injustiças se estendem ao tratamento policial, como ilustra o dado de mortes causadas por policias na potência norte americana, das quais 25% são sofridas pelas pessoas de pele escura, que são 13% da população.
Ainda sob esse ângulo, as forças policias de todo o globo, principalmente do nosso país tupiniquim e dos Estados Unidos, apresentam despreparo psicológico e educacional, uma vez que não há um treinamento para haver abordagens igualitárias e um melhor acompanhamento psicológico dos agentes, pois, as situações enfrentadas por estes podem causar sequelas, as quais podem influenciar em seu juízo mental.
Mediante aos fatos elencados, a polícia reproduz o racismo intrínseco na estrutura da sociedade e sofre com despreparo para evitar situações como a de Floyd. Para solucionar esses problemas é necessária uma maior comoção do povo para pressionar ainda mais os governos e as instituições policiais a fazerem uma reforma não so no âmbito da segurança mas também no da educação, uma vez que apenas com ela podemos quebrar as estruturas arcaicas da sociedade e moldarmos novos, mais justos e inclusivos.