Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 21/08/2020

Nos tempos atuais, tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo, há um conjunto de pensamentos Nos tempos atuais, tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo, há um conjunto de pensamentos que defendem a superioridade de determinada raça. Em maioria, a elevada condição que o branco leva sobre o negro. A discriminação racial mais comum praticada é a institucionalizada, onde há lugares em que os negros são marginalizados, como nas regiões periféricas. Desse modo, a sociedade pode ser dividida facilmente como: homem negro que é menosprezado pelo cidadão que é branco e policial. Além de terem seus aspectos visuais colocados em primeira posição ao invés de suas ações.

A princípio, pretos e pardos são setenta e cinco porcento dos mortos em ações policiais no país. Homens, mulheres e crianças em comunidades são os indispensáveis alvos de membros da PM, sendo até mesmo imobilizados sem nenhuma acusação própria. George Floyd foi um afro-americano que morreu no dia vinte cinco de maio desse ano. Ele foi um exemplo do que os policiais eram capazes de fazer. Desconsideraram suas leves atitudes e o mataram covardemente por conta de sua ascendência. Ademais, inúmeros agentes que trabalham na segurança pública ainda consideram o estereótipo de todo homem negro adquirir o mesmo traço de um assaltante ou vendedor de drogas.

Por conseguinte, a maior parte da população negra apresenta uma condição de alta vulnerabilidade social, econômica resultantes do processo de escravidão a que foi submetida durante mais de trezentos anos no Brasil. Uma herança que é presente nos dias de hoje, já que foram mantidos à margem da sociedade, sem emprego, moradia, educação, acesso à saúde entre outros direitos fundamentais. Soma-se a isso as consequências prejudiciais do racismo de que são vítimas essas pessoas em todos os espaços de convivência social.

Pode-se perceber, portanto, que o cidadão negro é o que mais sofre com a questão da desigualdade em todo o mundo. Foi uma “herança” após o período de escravidão, e mesmo após o seu fim, essa minoria essa minoria coletiva ainda é entendida como uma forma de servir aos de classe elevada. Fora a questão de serem auto denominados como “marginais” por autoridades que se auto beneficiam com o total direito de prender, de agredir e até mesmo matar. A solução para esse problema, é primeiramente, comunicar a órgãos governamentais sobre a contrariedade racial, e tambem informar que o problema não vem apenas dos policiais, e sim de todos que pensam da mesma maneira. Impor uma pena leve ou uma multa para algum indivíduo que estiver efetuando ofensas. Além de propagar anúncios e divulgarem ideias que vão contra as condutas raciais.