Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 17/08/2020
Na série americana “Raio Negro”, o protagonista logo no primeiro episódio é abordado por polícias de forma agressiva e racista, tal personagem tinha uma boa estrutura social. Sendo assim, é possível observar que o racismo não escolhe classe econômica, e sim etnia e raça. Desta forma, é fundamental o debate sobre o crescimento do racismo na cultura atual.
Em primeiro momento, é válido analisar o quão problemático são os números de violência polícial contra negros. Segundo falas da professora Yanilda Maria González, “No Brasil, as pessoas negras são mais da metade da população, mas 75% das vítimas”. Tal porcentagem demonstra que os negros, mesmo sendo maioria, ainda são os “queridinhos” da violência, sendo estes os mais atingidos na sociedade.
Segundo Martin Luther King, líder de movimentos civis em 1955 nos Estados Unidos, o qual diz: “Eu tenho um sonho, que negros e os brancos andassem em irmandade e sentassem-se na mesma mesa em paz”. A visto disso, é capaz de se observar que a harmonia entre raças ainda é um sonho, e que infelizmente vem se tornando distante. Alongamento este sonho é o esperado por muitos afro-descendentes, e por grande parte da população. Martin Luther King infelizmente morreu antes da hora por assassinato, e esse foi decorrente também de racismo, um exemplo claro e coeso de que, novamente, racismo não escolhe classe social e sim raça e etnia.
Entende-se portanto, que o racismo esteve presente na população e persiste até os dias atuais. Perante essa observação é de suma importância que o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) lance campanhas, e em conjunto departamento policial municipal registrar casos de racismo e tomar devidas providências com o motivo de reprimir o aumento dos casos de preconceitos.