Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 19/08/2020

A libertação de negros no Brasil, após um longo período de escravização, foi um marco na história que carrega consequências até os dias de hoje. Isto é, tal libertação ocorreu de maneira completamente desamparada, fazendo com que a população negra atual seja predominantemente periférica e vítima de violência policial. Análogo a isto, surgiu uma enorme desigualdade racial entre a população brasileira. Toda via, a sociedade cria a ilusão de que os negros são inferiores e que devem ser tratados de maneira menos compassiva que os brancos.

Nesse sentido, teve início na Alemanha em meados de 1920, o movimento político chamado Nazismo. Durante esse período, cidadãos negros e outros eram perseguidos, torturados e mortos pelos arianos, que acreditavam ser a única raça com “destino superior”. Por conseguinte, ainda na sociedade atual, a população negra continua sendo perseguida e morta por aqueles que acreditam ser superiores, de maneira que o cunho racial da situação não seja tão escancarado, mas ainda assim, movidos por ele.

Além disso, constantemente vêm sido divulgados pela mídia casos de violência policial contra negros. Dois exemplos podem ser George Floyd, em Minneapolis-EUA, e Rodrigo Alexandre, no Rio de Janeiro-BR. O primeiro, assassinado por um policial que se ajoelhou sobre seu pescoço e que, mesmo sabendo que George não conseguia respirar, se manteve na mesma posição até que o homem viesse a óbito. O segundo, morto por três disparos da polícia, pois pensaram que o guarda-chuva que Alexandre segurava seria um fuzil. Tais situações revelam um pouco sobre o modo que os negros são tratados no Brasil e no mundo.

Assim, faz-se necessário que algumas medidas sejam tomadas. Entre elas: debates sociais sobre o racismo e suas consequências na vida em sociedade e, também, mudanças urgentes no comportamento da polícia, uma vez que sua função é proteger a população, não aterrorizar uma parcela dela.