Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 23/08/2020

A violência policial contra os negros no Brasil e no mundo não é uma prática atual. Desde o período de colonização, no território brasileiro, esses povos foram os principais alvos das autoridades locais. Gerando a intimidação e a exclusão dessa população até os dias atuais.

Em primeira instância, após anos de luta a fim de buscar a igualdade racial, a população negra ainda é vista como ameaça, ditos como envolvidos em crimes, condutas delituosas e âmago do controle social. Em que a cor da raça escravizada é a mesma que continua sendo oprimida até hoje.

Pode-se mencionar que os afrodescendentes são os que estão sujeitos a sofrer tais atos, independente de sexo e idade. É possível demonstrar tal afirmação no  curta metragem “Preto e Branco”, em que se retrata a história de um adolescente negro que é acusado de furto devido ao mal entendido, e a polícia usa como justificativa de seu ato, a cor de pele do garoto. Diante desses atos os direitos desses cidadãos acabam sendo deixados de lado.

Ademais, a violência contra a população negra está presente em diversos países do mundo. Segundo dados publicados pelo relatório da Anistia Internacional, em 2015, as forças policiais brasileiras foram as que mais mataram no mundo, chegando a 15,6%, tendo como autor os policiais do país. No entanto, muitas dessas práticas não são divulgadas pela autoridade locais.

Portanto, medidas são necessárias para resolver a violência policial contra os afrodescendentes. Cabendo ao Estado junto ao Ministério da Justiça, a aplicabilidade e o cumprimento dos direitos civis e providências que protejam seus direitos, a fim de evitar o crescente índice de delitos ocorridos contra os mesmos. Espera-se que com essas medidas a igualdade e justiça genuína. Reiterando o dito de Aristóteles: a política não deve ser a arte de dominar, mas sim, de fazer justiça. E assim garantindo  o direito de todos e a harmonia mundial.

Em virtude aos fatos mencionados, é possível entender que a  ainda é muito presente, devido a esse problema cabe ao Estado junto ao Ministério da justiça e o