Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 21/08/2020
No período colonial do Brasil a mão de obra era realizada por escravos africanos, forçados ao trabalho e caçados ao mostrarem resistência. Isto mostra a herança racista presente no Brasil atual, contradizendo sua própria população, possuindo uma grande parcela de afrodescendentes. Estes que são o principal alvo da violência estatal, criam movimentos sociais como o Vidas Negras Importam, exigindo igualdade.
Primeiramente, são explícitas as relações entre a demografia, classe socioeconômica e atuação policial. A escravidão fez com que a população negra não tivesse o mesmo privilégio da herança, e isto é visível pela sua maior presença em áreas pobres em países com um passado escravista. Isto consolidou a noção de que esta parcela é a maior responsável pela realização de crimes por causa de sua cor de pele, não pela sua pobreza, que leva o indivíduo a abandonar sua empatia para sobreviver.
Desta forma, movimentos se formaram para alcançar a igualdade, e estes são os únicos capazes a provocar mudanças sociais. O maior exemplo é Martin Luther King Júnior, protestando pacificamente e ajudando a garantir a população negra o direitos civis e o do voto. Esta forma de ativismo deve servir de exemplo para forçar o Estado a reduzir a violência policial por meio de um treinamento que incentive menos a utilização da força física.
Portanto, é evidente a necessidade de utilizar a democracia para reduzir a violência policial e a desigualdade racial. A população deve realizar protestos em favor de auxílios aos necessitados para redução de crime e violência, além de utilizar o voto em candidatos preocupados com estas pautas, capazes de alterar o comportamento dos policiais. Desta forma, a diversidade cultural pode expor seus benefícios livremente no Brasil.