Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 23/08/2020
Perante a música “Hat-Trick” do rapper brasileiro Djonga, é usado um clipe onde debate o racismo de maneira bem direta e didática mostrando o dia de um negro com o rosto pintado de branco, que ignora outros moradores da periferia. Acorrentado como um escravo, o rapper aparece sempre “pendurado” no pescoço do personagem. Com isso, pode se afirmar que o estereótipo da mídia e o abuso de poder policial, têm causado problemas socioeconômicos no Brasil e no mundo. Como exemplo do caso do estudante João Pedro Mattos Pinto, de 14 anos, que morreu durante uma operação conjunta policial no Rio de Janeiro.
Decerto, a estereotipação midiática é um dos principais causadores de problemas na sociedade e economia, uma vez que os negros estão, na maioria das vezes, sendo representados como favelados e criminosos. Tal representação da população negra é padronizada pela sociedade, uma vez que reina em nossa sociedade o preconceito e discriminação racial de uma forma muito natural.
Além disso, a polícia, que tem como sinônimo a “defensora da humanidade”, abusa do poder o qual é designado. Desse modo, os negros são as maiores vítimas desse poder, tendo uma margem de 400.000 afro-brasileiros mortos sob violência policial, de acordo com a Organização das Nações Unidas.
Portanto, a discriminação racial é evidente quando é comparada as raças existentes. Portanto, para que esse problema seja eliminado da sociedade, o governo, principal responsável pelas modificações sociais, deverá reeducar os agentes policiais, por meio treinamento especializado e acompanhamento psicológico comportamental, aprimorando as formas de lidarem com situações que exijam mais pacificidade e modificando assim essa inaceitável realidade, para que casos como o de João Pedro não aconteçam mais.