Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 24/08/2020
Na série “Todo Mundo Odeio o Cris”, mostra que a história de um menino negro que estuda em uma escola renomada em um bairro nobre, onde ele era o único aluno negro da escola, além da discriminação sofrida pelo o jovem, há casos de opressão da polícia contra o próprio, que é visto como deliquentes, devido sua cor de pele e condição financeira. Tal atitude na série mostra a realidade de muitos jovens negros no Brasil e no mundo.
Pessoas pretas e pardas são 78% dos mortos em operações no Rio de Janeiro. Onde 12,1% da população do estado é negra, os dados mostram o uma alta nos casos comparado com a quantidade de habitantes, além disso, realça o racismo estrutural, que reforça o esteriótipo que o “criminoso” tem cor certa e classe social específica para segurança pública. O Brasil matou 17 vezes mais pessoas negras do que EUA em 2019.
João Pedro de 14 anos, foi morto por um tiro na casa de seu tio no complexo do Salgueiro no Rio de Janeiro, foi mais um jovem vítima da violência policial. Foi aberto um inquérito sobre o caso para ver de que arma saiu o disparo, ocorrências como essas são comum em bairros pobres, maioria das mortes por balas perdidas são de crianças e adolescentes, dentro de suas casas ou a caminho da escolas, onde deveriam estar seguras. Os pais sofrem pelas perdas de seus filhos, lutam por justiça, que o suspeito não saia impune e para não haja arquivamento de mais um caso de violência Policial.
Levando em considerações esses aspectos, o Ministério da Segurança devia rever a lei contra o racismo, pois, muitos casos de racismo não estão prescrito no artigo penal. Ademais o Ministério da Educação poderia criar campanhas e palestras contra o racismo em escolas- principalmente nas fundamentais- e universidades de modo que mostre o alunos que essa atitude preconceituosa é errada, além da derrubada de um estereótipo maldoso, auxiliando na quebra do racismo estrutural posto pela sociedade.