Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 26/08/2020

No Brasil, um negro corre 2,3 vezes mais risco de ser morto por policiais do que uma pessoa branca e nos Estados Unidos o risco é de 2,9 vezes mais. Apenas no Rio de Janeiro, em 2019, a policia matou o dobro do número de mortos por policiais americanos no país inteiro nesse mesmo ano, segundo o jornal O Estado de S. Paulo com base em números do  instituto americano Mapping Police Violence, de 2019.

O racismo institucional ocorre a partir da manifestação de preconceito por parte do Estado e das leis que, de forma indireta, promovem o preconceito racial. Nesse tipo de racismo,  temos as formas de abordagem de policiais contra negros, que tendem a ser mais agressivas. Isso pode ser observado no caso do João Pedro, de 14 anos, assassinado em maio de 2020 após ter sua casa alvejada por 72 tiros de fuzil disparados por policiais.

Bem como o caso de George Floyd, morto durante uma operação policial nos Estados Unidos. Que provocou uma onda de protestos pelo mundo todo e nas redes sociais com a expressão “Black Lives Matter” (vidas negras importam).

Cabe ao judiciário e ao legislativo defender o direito dos negros dentro da nossa sociedade, cumprindo as leis dos direitos humanos e tratando todos iguais a fim de amenizar a problemática que enfrentamos de policiais acharem que tem o direito de tirar vidas negras inocentes. O Ministério da Educação deveria promover debates por meio das escolas onde façam os alunos pensarem desde jovens que não devemos caracterizar o caráter de alguém com base na cor racial. Isso consequentemente iria mudar a realidade quando ingressarem em alguma profissão.