Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 03/09/2020

Nota-se que desde o princípio, no Brasil, as instituições que eram para proteger a população sempre estiveram vinculadas com a elite no período monárquico. Prova disso, é a submissão da Guarda Nacional às ordens das aristocracias rurais. Esse passado histórico se mantém e faz com que a força policial funcione apenas para os mais pobres e marginalizados, os negros. Essa questão de preconceito torna-se, hodiernamente, um jogo político para eleição e não uma questão social a ser superada, o que agrava ainda mais o impasse.

Primordialmente, os dados estatísticos refletem a desigualdade econômica. Nesse viés, consoante com o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2018 cerca de 68 porcento dos cargos de gerência eram ocupados por brancos no Brasil, onde mais da metade da população é preta ou parda, isso poder levar essa parcela proscrita para os subempregos ou ocasionar a prática de roubos. Desse modo, acabam sendo os mais submetidos à violência policial.

Outrossim, casos de racismo envolvendo a polícia nos EUA não é novidade. Vale ressaltar que alguns são destacados como o caso de Jorge Floyd, segurança que foi enforcado mesmo depois de mobilizado, enquanto diversos são ocultados na falsa igualdade jurídica do século XXI, como se número secular fosse o mesmo que progresso social. Além do mais, as instituições de segurança são doutrinadas na cultura da violência em uma sociedade que é profundamente marcada pelo preconceito. E também, em épocas de eleições, representantes de estado que nunca se manifestaram contra o racismo utilizam esse artifício para ascensão política.

Em síntese, quando a polícia diminuir o uso da força em casos desnecessários, poderá existir uma esperança na luta contra o prejulgamento. Destarte, para mitigar esse problema, os eleitores devem se conscientizar em quem irá votar para que a questão racial seja tratada como injustiça e não como estratégia pelos políticos. Sendo assim, os meios midiáticos mais utilizados: ‘‘Facebook’’ e ‘‘Instagram’’ devem fazer campanhas em cidades influentes como Nova Iorque, Paris, Londres e São Paulo, que mostrem o poder de um voto consciente. E os governos devem flexibilizar o treinamento da polícia, espalhando um lema que pregue o uso mínimo da força.