Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 28/08/2020
POLÍCIA QUER SANGUE NEGRO?
Comenta-se com frequência a respeito da violência policial contra negros. Além de inúmeros negros morrendo todos os dias e abordagens brutais, mães estão perdendo seus filhos. Mas será que a culpa é só da Polícia?
A Folha de São Paulo e a Jovem Pan afirmam que jovens negros são mais assassinados, mas por outro lado, também são os que mais matam. É difícil inibir a violência em qualquer país, ainda mais quando se trata de gangues que geralmente se instalam em favelas e que não só disputam território mas também o narcotráfico.
Convém lembrar que a polícia é uma instituição onde seus princípios são básicos e operacionais: combater o crime e promover a paz. E levando em conta os números, os negros são responsáveis por mais da metade de assassinatos, roubos, entre outros.
Isso é explicável mas não justificável. O UOL afirma que negros são 75% dos mais pobres, brancos 70% dos mais ricos. Mais de 72% dos moradores de favela são negros, e a central de tráfico, bailes funk e etc, se localiza infelizmente na comunidade.
O movimento “Vidas negras importam” foi criado após a morte de George Floyd, morto brutalmente por um policial nos EUA que se ajoelhou sobre seu pescoço. Ele foi abordado por comprar um cigarro com uma nota de vinte dólares falsa, mas o que a mídia não mostra era que Floyd era um criminoso com uma ficha criminal extensa, com tráfico de drogas, invasão criminal, porte de cocaína, entre outros.
Em virtude dos fatos supracitados, conseguimos chegar em um ponto delicado, onde a violência às vezes é necessária, sempre com cautela e com o intuito de preservar a vida. É imprescindível a conscientização de toda a população a respeito da influência da mídia em relação a veracidade das notícias e ressaltar que a polícia não tem nada pessoal com a cor da pele de alguém. Cabe ao governo municipal preparar meios para incentivar esportes e cursos preparatórios nas comunidades carentes, onde os próprios moradores participariam do projeto, seja ensinando ou aprendendo.