Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 31/08/2020
Desde a Ditadura Militar, que ocorreu no ano de 1964 com perseguições policiais a trabalhadores e militantes negros, o Brasil evidencia com frequência atos semelhantes a esses. Dessa forma, tornou-se rotina casos de violência policial no Brasil e no mundo contra essas pessoas, a exemplo da morte de George Floyd, nos EUA, e do jovem brasileiro João Gabriel, no Brasil. Com isso, algumas providências devem ser tomadas contra tais atitudes militares em prol da sociedade negra, a fim de acabar com o preconceito que vigora no mundo.
Um acontecimento catastrófico parou o mundo em maio de 2020, em Minneápolis, nos Estados Unidos, pois George Floyd, que é negro, foi morto por asfixia por um policial militar branco. Tal ato, reitera com veemência o preconceito racial que assola o mundo, pois o negro é visto, na maioria das vezes, como ladrão, traficante e assasino, por exemplo. Diante desses fatos, é evidente o não comprometimento e a ineficácia da igualdade entre as pessoas, no qual o filósofo John Locke é defensor.
Também, em maio de 2020, o adolescente negro de 14 anos Jõao Pedro, foi morto com um tiro nas costas por policiais no Rio de Janeiro, no quintal da casa do seu tio. Esse episódio violento foi motivado por perseguições miliares contra facções criminosas na região, pelo qual o jovem foi alvo sem motivo aparente. Com isso, mais uma tragédia assola o país pelo simples fato da pessoa ter uma pele escura, tornando-a indefesa e vítima da violência policial brasileira.
Portanto, algumas medidas devem ser tomadas diante desses fatos que estão ocorrendo no mundo. Assim, o Ministério da Justiça junto com a Polícia Militar do Brasil e do mundo devem criar medidas preventivas contra atos que não denigram a dignidade do negro, como treinamento contínuo na abordagem policial, no que tange ao uso adequado de armas e força, e caso seja comprovada a ineficácia dessas normas, o autor deve cumprir penas severas, a fim de que a violência não se perpetue. Além disso, ONGs (Organizações Não Governamentais) devem manifestar pacificamente contra atos de violência racial, com a finalidade de garantir seus direitos e impor respeito e liberdade. Destarte, o uso inadequado da força policial não se revigora e a sociedade no modo geral vive-se em harmonia.