Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 09/09/2020
Segundo a Constituição Federal de 1988, “todos os brasileiros são inocentes até que se prove o contrário”. Contudo, na prática, pessoas pretas são, constantemente, tratadas de maneira inadequada por parte da polícia, que age de forma antecipada. Sobretudo, isso ocorre devido ao preconceito racial, que resulta em um tratamento violento desnecessário e diferente do método aplicado em brancos.
Sendo assim, é incontestável a influência da cor de pele durante situações de injustiça. Neste panorama, o livro “O ódio que você semeia” apresenta uma narrativa em que o personagem Khalil é assassinado por um policial branco, que diz ter confundido uma escova de cabelo com uma arma. Fora da ficção, acontecimentos do mesmo modelo baseados em conclusões precipitadas ocorrem ao redor do Brasil e de todo o mundo.
Ademais, a violência policial contra os negros é mais uma consequência do racismo estrutural. Nesta análise, as últimas palavras do estadunidense George Floyd, “não consigo respirar”, repercutiram mundialmente e se tornaram um clamor pela igualdade racial e pelo fim dos casos de abuso por parte de policiais. Dessa forma, o privilégio branco diante da justiça é um obstáculo a ser enfrentado na luta antirracista.
Logo, depreende-se a necessidade de solucionar o imbróglio discutido. Para isso, faz-se imprescindível a participação da Mídia, veículo informativo com alta influência e alcance social, que deve promover campanhas que auxiliem na repercussão do movimento, por meio da divulgação de petições a favor do mesmo. Assim, será possível a existência de uma sociedade baseada nos elementos elencados na Magna Carta.