Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 08/09/2020
Na antiga Grécia, os filósofos acreditavam na evolução da sociedade por meio da harmonia e coletividade, porém na contemporaneidade este pensamento consolidou-se heterogênico, pois, destacar-se a hostilidade das instituições públicas perante a “negritude”. Essa antipatia, forma-se em virtude: sistema coercitivo estatal e etnocentrismo cultural, provocado pela hegemonia histórica.
Em primeiro lugar, torna-se, comum o abuso policial, utilizando-se da natureza da jurisdição para agir de forma arbitrária. De acordo com o francês ,Michael Focalt, tal atitude coercitiva é gerada pelo mecanismo de controle, com a finalidade de punir. Sob essa óptica, concerne-se a exposição dos negros diante das leis, a qual tendem a oprimi-los, por decorrência do racismo, vivem encarecidos, desta forma, pendendo para criminalidade, diante disso constrói-se estigmas, possibilitando ações autárquicas - acarretando na violência policial.
Além disso, historicamente o sentimento de soberania por etnia é presente até os dias atuais, por meio dela estimula-se uma abordagem mais truculenta e imoral. No período imperialista - dominação de povos e territórios no século xix - onde os mais ‘’evoluídos dominavam os estagnados’’. Parte desse fato, o sentimento etnocêntrico; o qual grupos que foram dominados (os negros) padecem de procedimentos racistas - motivado pelo entusiasmo hegemônico, exercido pelos policiais.
Portanto, cabe ao estado resolver os problemas racista institucionalizado no Brasil. Nessa lógica, é imperativo que o congresso nacional, por meio de leis, categorizem o procedimento policial, desta maneira delimitando o escopo de atuação da autarquia da segurança contra os negros, obtendo por finalidade expelir o racismo estrutural. Isto posto, espera-se uma sociedade mais harmônica e menos soberana, atentando-se para a liberdade individual do afrodescendente.