Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 08/09/2020
Tanto a Alemanha nazista de hitler como a Itália fascista de Mussolini acreditavam na supremacia da raça ariana em relação as demais e utilizavam de sua autoridade para massacra-lás. Esse pensamento ainda perpetua na atualidade, pois, o número de negros mortos por abuso de força policial continua crescendo devido a essa ideia, ultrapassada, de que o indivíduo se coloca no direito de tirar uma vida por julgá-la inferior apenas pela sua cor, o que não deveria ocorrer em hipótese alguma.
De início, é inegável a dívida histórica do Brasil em relação a sua população afro-brasileira. Chega a ser irônico pensar que a instituição que deveria ser exemplo para a sociedade ser extremamente preconceituosa, e matar o equivalente a 10% de todos os assassínios do país, sendo a maioria das vítimas negras.
Ademais, apenas nesse ano já ocorreram inúmeros casos de tal abuso de poder ao redor do mundo, que resultaram em várias mortes. Como no caso brasileiro do menino João Pedro de apenas 14 anos de idade, que foi brutalmente assassinado dentro de sua casa por diversos tiros de fuzil disparados pela polícia, durante uma operação da mesma.
Dado ao exposto, segundo Augusto Cury os frágeis usam a violência, e os fortes, as ideias. Nesse sentido, cabe ao governo brasileiro reconhecer e colaborar com a causa negra criando um órgão jurídico especializado apenas em casos de violência policial por injúria racial, afim de punir devidamente os responsáveis por tal ato de repúdio, que na maioria das vezes saem impunes. É necessário também a criação de campanhas públicas que conscientizem a sociedade sobre a gravidade dessas ações, com a intenção de que a população denuncie tais práticas quando presenciarem, o que ajudaria muito a localização e, por consequência, penalidade de seus praticantes.