Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/09/2020
Promulgada em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Entretanto, a violência policial contra negros no Brasil e no mundo impossibilita que tal porção da população desfrute desse direito universal. Nesse sentido, cabe avaliar os fatores que contribuem com este quadro.
Hodiernamente, por conta de alguns países do mundo, como o Brasil e os Estados Unidos, terem usado o regime escravocrata na sua formação, há-se uma forte cultura e ideal racista nesses países, e isto evidencia-se ainda mais no sistema policial destes. De acordo com a tirinha de Alexandre Beck, cujo ilustra uma crítica ao racismo policial, na qual uma criança negra não pode correr perto de um policial, pois esta julga não ser seguro. Diante do exposto, é perceptível o quão presente, inaceitável, chateante e injusta faz-se tal situação no Brasil. Além disso, é evidente que o Brasil tem elevados números de homicídio policial contra negras.
Por conseguinte, é necessário abordar o fato de a tecnologia permitir que mais pessoas se mobilizem contra atos racistas na sociedade. No ano de 2020, nos Estados Unidos, George Floyd um homem negro de 46 anos foi morto por um policial, que ao abordar George colocou-o contra o chão e apoiou seu joelho no pescoço do homem, asfixiando-o. Nas semanas seguintes, tal ocorrido gerou indignação popular ocasionando protestos e revoltas em redes sociais. Dessa maneira, se deduz que a repercussão deste caso foi possível por conta da tecnologia envolvida na troca de dados da população. Ao manter-se conectada, a população também faz justiça por meio de seus “tweets”. Caso contrário George Floyd seria mais um número, em meio ao enorme número de homicídios policiais contra negros no mundo.
Portanto, medidas são necessárias para resolver tal problemática. Sendo assim, é imprescindível que o Estado, usando seus impostos mal administrados, colabore com os Municípios nos quais há maior incidência deste tipo de caso. Com ambos em acordo, seria iniciado um programa, uma plataforma, como “facebook” e “twitter”, de modo que a população conseguisse realizar uma denuncia de maneira mais fácil em casos de racismo, seja ele policial ou não. A população, por sua vez, deve-se conscientizar, por meio do estudo cultural de sua nação e de outras, pois não é a ascendência ou cor da pele de alguém que a define melhor ou pior perante outro indivíduo.