Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/09/2020
O Brasil deixou a escravidão, mas não esqueceu seu conceito. Atualmente, a grande parte dos policiais, descriminam o povo negro por seus costumes, religião ou status social, contudo, não enfrentam as consequências desses atos. Tendo em vista este trecho, a violência policial contra negros nos países é grave, marcando um estigma retrocedente por parte da população e mostrando grande flexibilidade na aplicação das leis.
Sob este prisma, em 2019 houve grandes revoltas em prol do músico e cantor negro, que foi assassinado brutalmente com 80 tiros, disparados por militares, na zona oeste do Rio de Janeiro, cujo é visto como comum na região, tendo como base a grande mortalidade de negros nas favelas, tal qual de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), houve aumento da taxa de homicídios por 100 mil habitantes da população preta e parda, passando de 37,2% para 43,4%, categorizando uma sociedade com pensamento racial retrógrado.
Com base nisto, outro problema que se encontra em nosso país, é a grande flexibilidade na aplicação de leis contra os militares, tais quais assassinam negros inocentes se baseando em preceitos raciais instigados pela antiga vanguarda, e muitas vezes saem impune, tendo como princípio, o caso em 2014, que policiais invadiram a favela do Acari e dispararam contra diversos jovens negros e pardos, contudo, saíram deste ato sem julgamento ou acusação.
Portanto, para que a violência policial contra negros seja combatida, o senado deve propor um conjunto mais restrito de leis e normas de conduta policial, se baseando em países como o Canadá e a Turquia onde possuem diversas normas e regras de atuação dos agentes estaduais, e também, produzir campanhas de conscientização em escolas públicas e particulares, por meio da contratação de especializados em pedagogia e estatísticas, com o intuito de diminuir a morte de inocentes e constituir uma sociedade mais limpa e justa.