Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 21/09/2020

A violência apresenta-se de forma física e de forma psicológica. As formas físicas normalmente são: agressão corporal, ou seja, socos e chutes deixando evidencias visíveis que podem durar a vida toda, junto também com a utilização de armas brancas e de armas de fogo; já as psicológicas, tem tendências em: difamação, humilhação, constrangimento, e apesar de não ser visível em forma física, ou no corpo, a mente pode ser prejudicada, trazendo insônia, medo, depressão e etc.

Mesmo em situações em que se há comprovação de erro por parte dos policiais, não se tem um pedido de desculpas as vítimas, mostrado em alguma grande mídia.

Historicamente, depois da abolição “total” da escravatura física, ainda se havia a mental, pois além dos ex-chefes não quererem trabalhar com os seus ex-escravos, também não os queriam perto, dando início as favelas e como em sua maioria esmagadora, eles eram humilhados, criou-se na sociedade uma visão de que eram inferiores ou até mesmo ladrões. Este fato mostra a presença do racismo na formação da população brasileira pós abolição escravocrata até os dias de hoje.

Na maioria das ações policiais, violentas e criminosas, as vitimas são submetidas por sua raça e classe social. Aqueles que representam o poder de Estado e que em sua função está a proteção ao cidadão, negligencia, maltrata e até mata.

Ações inclusivistas, que oportunizem o acesso da população negra nas grandes instituições de poder, como: Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Secretarias de Governo, Congresso Nacional e também, maior engajamento politico, parcerias com as grandes mídias, aproximação com a comunidade em geral, e melhorias no treinamento de abordagem policial, são alguns métodos para pelo menos amenizar esse “problema” na sociedade. Já que solucionar ou erradicar o racismo e a violência policial demanda do próprio policial e da própria sociedade consciência e força de vontade.