Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/09/2020
No dia 25 de Maio de 2020, um homem negro chamado George Floyd foi injustamente assassinado por um policial e seus cúmplices, que se encontram soltos após o pagamento da fiança, fazendo com que o movimento ativista “Black lifes matter” eclodisse, defendendo os direitos dos negros. Diante disso, no Brasil ainda se presenciam muitos conflitos de violência policial contra negros, muitas vezes ocasionados pela ineficiência das leis brasileiras e o grande racismo estrutural presente no Brasil.
Primeiramente, apesar de todas as mudanças na Constituição brasileira, muitos negros ainda sofrem com a ineficiência das leis que garantem justiça e equidade para eles. Nesse cenário, pode-se citar o caso do menino de 14 anos chamado João Pedro Mattos, o qual foi assassinado no RJ durante uma operação policial, testemunhas alegam que o tiro veio proveniente da arma de um policial, mas devido a falhas no sistema tribunal brasileiro o caso foi dado como inconclusivo, acobertando e livrando assim a pena de mais um policial.
Além disso, Martin Luther King foi um pastor negro ativista que lutou pelos direitos dos negros contra a discriminação racial nos EUA. Entretanto, ainda nos dias atuais devido a pregação histórica da marginalização dos negros no Brasil, observa-se que cada vez mais o racismo estrutural brasileiro toma força, como Elza Soares retrata em sua música “A Carne”, a qual a autora utiliza de trechos como “a carne mais barata do mercado é a carne negra” para denunciar o racismo.
Em suma, percebe-se que o Brasil ainda possui muitas defasagens quando se tratado dos direitos e proteção dos negros. Para que haja uma mudança efetiva dentro desse sistema, o governo deve criar ações como a implementação de câmeras dentro das viaturas e também posicionadas nas fardas policiais, para que qualquer ato criminoso seja flagrado na presença de provas, garantindo assim a justiça contra qualquer inflação com os negros. Além disso, a sociedade deve promover mais manifestações de cunho ativistas, a fim de apoiar os negros na luta pela busca dos seus direitos, sendo assim uma mão lavando a outra na busca da igualdade.