Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 22/09/2020

Mencionar o ato de racismo atualmente é rapidamente ligado ao caso de George Floyd, um homem negro que foi asfixiado até a morte por um policial no meio da rua nos Estados Unidos. Com isso, o ato enfureceu os estadunidenses que iniciaram uma série de movimentos e protestos antirracistas, inspirando não apenas o país norte-americano, mas o Brasil e diversos outros países onde ainda é notável o caso de violência policial contra negros.

Assim como o recente caso de George Floyd, o caso de João Pedro foi muito falado no Brasil, um jovem negro que foi baleado e levado por policiais durante uma operação no Rio de Janeiro. Ademais, o medo de investigação na polícia e governo nacional faz com que seus governantes não assinem e entreguem apoio aos movimentos antirracistas, já que pode gerar multas, perda de poder e expulsão de diversos participantes da polícia do país.

Neste contexto, é questionável o nível de preparo policial em países como o Brasil, por exemplo, que segundo o censo de 2010 do IBGE, aproximadamente 50% da população é parda ou negra, e mesmo assim, é comum o racismo praticado pelos policiais. Além disso, é frequentemente encontrado vídeos que mostram a abordagem policial calma quando se trata de brancos, mesmo que sua reação seja eufórica e haja ameaça de que ele fuja, mas durante a abordagem de negros, é comum o uso de força e ameaças, independente da forma que reaja.

Portanto, é de suma importância o melhor treinamento policial de forma social, durante o momento de formação do profissional. Também, com o apoio governamental e parceria de movimentos sociais que  apoiam a ideia antirracista, devem ser realizadas passeatas e campanhas publicitárias, além do ensino desde o início do período estudantil para conscientização da população, assim, contribuindo com a diminuição do racismo policial e social.