Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 13/10/2020

A violência física e moral advinda de policiais contra negros é recorrente no brasil e no mundo, recentemente, foi noticiado nos jornais televisivos de todo o Brasil, o retrato do drama vivido por George Floyd, norte americano negro que morreu asfixiado por um policial branco em decorrência do preconceito racial. Na contemporaneidade, diversos negros, de todas as idades, nacionalidades e classes como George, vivem essa realidade no âmbito social. Nesse sentido, ainda é preciso superar diversas entraves, entre elas, por exemplo, a descriminalização do negro na modernidade que representa impasses para o fim da violência policial contra negros no Brasil e no mundo.

A princípio, é mister analisar como a falta de respeito, igualdade, junto a ignorância ajudam a perpetuar o ímpeto contra o negro. Decerto, vale lembrar que no Brasil, segundo dados do IBGE, os assassinatos contra negros decorrente ao preconceito racial cresceu, o levantamento mostra que a taxa de homicídios contra negros teve um aumento percentual de 11,5%, de 2008 a 2018, enquanto a de brancos caiu 12%. Na atualidade, como herança dessa falta de autossuficiência nos setores sociais, governamentais e educacionais, persistem muitos obstáculos, tal como a necessidade de apurar o racismo enraizado, primordialmente desde as colonizações europeias que, segundo o IBGE, demonstra que, o mesmo pode ser determinante para a inferiorizarão e desvalorização contra os mesmos, seja pelo pensamento de superiorizarão racial oriunda de brancos, seja pela falta de debate e diálogos com a finalidade de descontruir esse pensamento primitivo. Logo, é imperioso contornar esse obstáculo, o qual desencadeia violência física e moral advinda de autoridades aos próprios, em departamentos logísticos, parques e ruas, com intuito de evitar que diversos negros tenham suas vidas devastadas.

Torna-se evidente, portanto, a substancialidade de ir de encontro aos impasses sociais que afetam negativamente os negros, sua segurança e bem estar social. Cabe às instituições de ensino, junto a família, abordar e trabalhar  a violência contra negros e o racismo, discutindo suas consequências e o que pode-se gerar, com propósito de informar e alertar a sociedade. Ademais, e preciso que o Ministério da justiça, por intermédio de subsídios arrecadados dos impostos, mova capital para, criar novas leis para aumentar a punição dos agressores, em pró da segurança do negro. Outrossim, o Ministério da saúde deve investir em psicólogos para orientar, trabalhar e ajudar os negros incluídos dentro desse quadro. Além disso, as ONGs, junto à mídia, podem divulgar notícias e criar projetos contra a violência policial criando campanhas publicitárias e trabalhos de conscientização, mostrando o quão grave é essa barreira, com objetivo de impedir que mais negros sejam agredidos injustamente por autoridades, assim reduzindo o embate deletério do problema no Brasil.