Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 07/10/2020

Segundo uma pesquisa da Rede de Observatórios da Segurança, os negros (pretos e pardos) são 75% dos mortos pela polícia. Entre as vítimas de feminicídio, 61% são mulheres negras. Enquanto a taxa geral de homicídios no Brasil é de 28 pessoas a cada 100 mil habitantes, entre os homens negros de 19 a 24 anos esse número sobe para mais de 200. Mas nem sempre somente os civis são violentados, pode ocorrer também do próprio policial ser a vítima, seja por assassinato ou suicídio.

Uma pesquisa feita por John Violanti, da Universidade de Buffalo, mostra que policiais correm 69% mais risco de cometer suicídio do que trabalhadores de outras áreas. “As cinco situações mais estressantes para os policiais foram as seguintes, em ordem: exposição à crianças feridas ou mortas; matar alguém em serviço; ver um colega morrer em serviço; a necessidade de usar força ou ser atacado”, escreve Violanti.

No Brasil, quando se refere a afro-brasileiro é uma grande maioria, pois de um jeito ou de outro, alguém é descendente de africano, não é necessariamente negro, mas, também caboclo, cafuzo e mameluco, há muita mistura de raças.

Quanto a classe social, até a própria professora dominicana Yanilda Maria Gonzáles que de origem humilde cresceu e se formou em uma universidade privada, prova que a pessoa corre atrás do seu futuro e independentemente da etnia tem grandes chances de sucesso. No Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa é uma prova de que com força de vontade e determinação você chega nos seus objetivos.

No Brasil, o Governo Federal junto com a ministra Damares Alves vem atuando com planos de redução da desigualdade social e racismo. Enfim, para solucionar o problema da violência policial contra os negros, é punindo quem agir com excessos e dando oportunidades para que a maioria negra tenha condições de não cair na criminalidade.