Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 07/10/2020

Desde sempre, os negros sempre foram mais violentados que os brancos, como aconteceu no Brasil a escravidão, que durou três séculos, na África do Sul o Apartheid, uma política de segregação racial, e nos Estados Unidos a organização secreta chamada Ku Klux Klan. Por causa do contexto histórico, ainda os negros são mais violentados, principalmente por policiais, e mesmo sendo no mundo todo, é mais frequente no Brasil e nos Estados Unidos.

Atualmente, nos Estados Unidos aconteceu um caso de violência policial, que um homem negro chamado George Floyd usou notas falsas em uma loja de conveniência, e por causa disso, um policial branco decidiu asfixiá-lo usando seu próprio joelho. Esse caso mostra claramente a agressividade do policial contra um negro, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), um negro tem 2,7 vezes mais chances de serem mortos pela polícia-americana do que um branco. No Brasil, em 2019, teve 5804 mortes causadas por policiais, e entre eles, 4356 eram negros (de acordo com o infográfico do site Poder 360) e que a letalidade policial brasileira é 5 vezes maior que a americana, segundo o site Super Abril.

Além disso, no Brasil, uma pesquisa do Instituto Locomotiva, mostra que 50% da população negra sofreu algum tipo de situação de violência policial, e são mais expostos a violência se for das classes C, D e E, resultando em 64%. E 85% (considerando negros e pardos) acreditam que os policiais são mais perigosos com eles do que com os brancos. E que 56% deles sentiram medo ao ver ou interagir com os policiais.

Portanto, é necessário que os poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) atuem mais para uma maior segurança pública no país por meio de uma criação de uma força-tarefa que coloque os policiais mais preparados nas vias públicas e, caso um policial for violento e assassino, deve ser punido o mais rápido possível, adotando medidas mais rígidas.