Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 30/10/2020
“Age de tal forma que a a máxima da atuação possa sempre valer como princípio universal de Conduta”. Assim, Immanuel Kant conceituou seu referido Imperativo Categórico, entretanto, não só no Brasil mas no mundo, nota-se o descaso com tal princípio por meio do aumento de Atos agressivos por parte daqueles que deveriam manter a organização social - os policiais - contra determinado grupo étnico, O que é grave, pois fere a norma de igualdade civil assegurada pela Constituição.
Esse prisma, se baseia em raízes históricas no passado, no qual a população negra sempre foi marginalizada e vítima de preconceitos, contudo, segundo a Teoria da Tábula Rasa de John Locke o ser humano é como uma tela em branco que é preenchida por experiências e influências. Por isso, evidencia-se, portanto, que tendências intolerantes estão sendo doutrinados e atualmente são responsáveis pela morte de inocentes, Como por exemplo o adolescente brasileiro João Pedro assassinado por policiais civis.
Ademais, cabe ressaltar que atos violentos contra a referida parcela social não são restritos apenas aos policiais, eles são como um “câncer comunitário” presentes em todos os âmbitos. Nesse contexto, o seriado norte-americano “Todo Mundo Odeia o Chris” retrata de forma fiel o duro cotidiano enfrentado pelos negros. Vale salientar que, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo 75% dos negros já sofreram preconceito alguma vez na sua vida, dessa forma, nota-se que o corpo social adoece com Tais tentativas de segregar pela cor da pele.
Logo, faz-se necessária intervenção estatal para reverter tal Panorama. Assim, cabe ao Ministério da Segurança elaborar um projeto de lei, a ser entregue na Câmara dos Deputados, que combata à violência policial contra negros, por meio da conscientização - tanto para profissionais quanto para o corpo civil - da igualdade de raças, a fim de reduzir os casos de agressão Contra esse grupo. Desse modo, a sociedade poderá cortar más raízes passadas e, segundo Locke, passar a propagar boas influências para gerações futuras.