Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 08/11/2020
Na obra “Utopia”, do filósofo inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, onde o corpo social é livre de conflitos e problemas. Hodiernamente, no contexto brasileiro, a violência policial contra negros afasta a sociedade da descrita pelo More. Nesse sentido, deve-se obter maneiras de mitigar essa problemática, causada não só pelo preconceito racial, como também pelo excesso de poder nas mãos de indivíduos não instruídos devidamente.
Primeiramente, o preconceito racial vem aumentando a violência policial contra afro-descendentes. A partir disso, cabe-se ressaltar o filme “12 anos de escravidão”, o qual demonstra o quão violento é o preconceito da sociedade à essa minoria. Dessa maneira, os policiais quando preconceituosos acabam por gerar violência ao invés de retê-la. Diante disso, é necessário inverter tal conjuntura vigente.
Ademais, o exercício do poder policial nas mãos de pessoas não instruídas impacta na violência contra os negros. Afinal, segundo o filósofo Maquiavel, em seu livro “O príncipe”, os homens são maus por natureza. Nessa perspectiva, policiais não instruídos quanto a seu papel na sociedade acabam sendo violentos e preconceituosos, principalmente a população negra, devido ao grande legado da escravidão. Portanto, nota-se que tal estrutura hodierna deve ser combatida.
Face a tais impasses, é necessário obter subterfúgios a fim de solucionar essa inercial problemática. Para tal, o Ministério da Educação deve ensinar os jovens policiais quanto a banalização do preconceito racial, por meio de campanhas que levem as delegacias o ensino da igualdade racial, em cartazes e planfetos, a fim de conscientizar os protetores da sociedade a proteger e não gerar violência aos negros. Com isso aplicado, a sociedade estará mais próxima da Utópica de More.