Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 13/11/2020

Um dos grandes problemas atualmente enfrentados pelo Brasil é sem dúvidas o excesso de violência por parte dos militares. Especificamente quando o assunto é a vida de jovens negros inocentes que morrem todos os dias, (a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no Brasil, diz CPI), e muitas vezes o policial criminoso não é punido, o que torna o Estado igualmente culpado, pois “encobre” as infrações cometidas pelo criminoso.

Diante desses fatos, é importante relatar outro fator, 53% da população se declara preta ou parda, isso é mais da metade da população, 53% da população são enxergadas como uma ameaça. São 2,7 negros mortos para um branco, os negros representam 77% os jovens mortos entre 15 e 29 anos, apenas 8% dos crimes são julgados.

Há vários exemplos de casos de “criminosos” que não foram responsabilizados pelos seu atos, por exemplo o caso do gari Édson Rogério Silva dos Santos, que foi assassinado e até hoje sua mãe ainda não viu alguém ser responsabilizado pela morte dele. Segundo o relatório da CPI (Comissão parlamentar de inquérito), ele foi um dos mais de 400 mortos numa onda de violência na região iniciada depois que uma facção criminosa assassinou 43 agentes do Estado. Na sequência, uma forte repressão policial fez outras vítimas. De acordo com testemunhas, Édson foi abordado por policiais num posto de gasolina, seguido e assassinado.

Portanto, diante de todos esses fatos, torna-se evidente que a violência contra pessoas negras fere gravemente os direitos humanos, portanto, medidas devem ser tomadas para garantir a segurança dos mesmos. Logo, o Governo Federal juntamente com o Poder Legislativo, devem garantir uma segurança para eles, então torna-se claro a necessidade de novas leis mais rigorosas para a proteção dos indivíduos que sofram qualquer tipo de violência, e também criem propagandas que tenham como foco o racismo e como ele pode ser nocivo, com o objetivo de criar uma sociedade mais justa e sem violência.