Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 13/11/2020

Na série americana “Olhos que condenam”, cinco jovens negros são acusados injustamente pela morte de uma mulher, e com a finalidade de obterem respostas, agentes policiais agridem bruscamente esses indivíduos. Entretanto, fora da ficção, essa não é uma realidade distante, já que a violência policial contra a população negra esteja presente na sociedade brasileira e no mundo. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.

Em primeira análise, sabe-se que o racismo enraizado vem do colonialismo, principalmente durante os séculos XVI e XVII, época em que pessoas negras foram vendidas como mão de obra escrava para satisfazer os desejos da metrópole, e dessa forma, sua raça e sua cultura foram menosprezadas. Nesse contexto, o racismo ainda reluz sobre a sociedade atual, visto que, muitas vezes as características físicas e a pele negra são fatores racistas que minimizam essas pessoas e influenciam para que a violência policial ocorra e faça com que esses indivíduos se tornem vítimas de um sistema desigual e preconceituoso. Assim, faz-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura, visto que características e cor da pele não devem ser fatores para por em risco a vida de alguém.

Segundo uma campanha da Anistia Internacional em 2012, 56.000 pessoas foram assassinadas no Brasil. Destas, 30.000 são jovens entre 15 a 29 anos e, desse total, 77% são negros. A maioria dos homicídios é praticado por armas de fogo, e menos de 8% dos casos chegam a ser julgados.

Diante de tais evidencias o estado precisa ser mais severo aplicado um pena de reclusão e fazer o criminoso paga indenização a vitima pala atitude racista. As mídia tem que te um horário na sua grande para aborda o assunto com pragamos sócio educativos; as escolas precisa aplicar de fato os conteúdo de história afro brasileira, contribuindo pra as quebra dos preconceito e elevando alta estima do povo nego. As famílias devem começar a falar da questão ainda na infância, e entrar nos debates junto com as escolas, para assim construirmos um mundo melhor.