Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 20/11/2020

O número violência contra negros está crescendo constantemente e, em especial a violência policial contra eles. O julgamento/descriminação de pessoas negras tem, em grande parte, o racismo presente em momentos como tribunais, acusações de crimes, entre outros. E, para mudar esse preconceito, informar e discutir casos de pessoas negras em seus devidos departamentos, envolver mais profissionais negros na polícia além de puni-los de forma severa caso cometam atos contra negros sem motivo algum, seria de grande pertinência e importância.

Segundo estudo do Ipea, negros são maioria nas favelas, devido ao racismo estrutural recorrente da escravidão e, mesmo depois de cerca de 580 anos, ainda há um pré-conceito por causa de sua cor de pele. De acordo com relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), todo ano, 23.100 jovens negros de 15 a 29 anos são assassinados. São 63 por dia. Um a cada 23 minutos; ameaçados e condenados sem provas, muitas vezes por policiais brancos que “suspeitam” que eles são culpados.

O movimento “Black Lives Matter” e “Vidas Negras Importam” foram grandes movimentos contra o racismo, “engatilhados” em 2020 devido a morte de dois negros, George Floyd, americano de 40 anos e João Pedro, brasileiro de 14 anos, além de muitos outros casos. Os dois mortos brutalmente por policiais brancos que hoje, estão livres e exercendo seus respectivos cargos.

A violência policial contra negros deve ser minimizada e, fazer com que as delegacias punam os policiais que violentaram e/ou acusaram um negro sem provas, informa-los por meio de palestras e discussões sobre o assunto, além de incluir mais policiais negros do departamento iria colaborar muito para o conhecimento dos pms para e com o assunto, mostrando o real posicionamento visto de diferentes posições, fazendo-os perceber o que podem causar na vida de um inocente.