Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 20/11/2020

É notória a brutalidade policial para com a população negra na sociedade vigente, muitas séries e filmes do século XXI retratam tal violência e discriminação. Uma das obras é a série estadunidense “Olhos que condenam”, o enredo se baseia na história de cinco jovens negros acusados injustamente pela morte de uma mulher, e com o objetivo de obter uma confissão dos acusados, agentes policiais espancam-vos. Conquanto, fora da arte, esta não é uma realidade distante, uma vez que a violência policial contra a população negra esteja presente na sociedade brasileira e no mundo, seja pelo racismo enraizado devido ao colonialismo, ou pela falta de leis rigorosas que punem tais atos.

Primordialmente, devemos ir à raiz do problema, o racismo. Tão presente em nosso passado e consequentemente, e infelizmente, nossa atualidade. O colonialismo, também, contribuiu muito para que pensamentos racistas tenham sobrevivido mesmo após décadas do tempo em que a população branca acreditava ser superior a população negra.

Além disso, a mídia tem se acovardado sobre o tema em discussão. A violência tem que ser combatida e discutida com eficácia por todos, e não ignorada. O debate público é de vital importância, bem como as soluções que urgem. Ademais, ninguém tem a pachorra de questionar a violência das milícias e a afronta aos direitos humanos que elas representam.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Urge ao governo criar, por meio de treinamentos de agentes, um projeto de reeducação policial, aprimorando o treino e as formas de lidarem com situações que exijam mais cautela e pacificidade. Como também, teriam acompanhamento psicológico e comportamental, devendo ser punido com suspensão por tempo determinado, o guarda que mostrar agressividade desnecessária, ou até mesmo, algum tipo de discriminação. Desse modo, espera-se com essa medida, que possa ser freada a violência policial contra negros no Brasil e no mundo, como a observada na série “Olhos que condenam.”