Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 26/11/2020
A série " Olhos que condenam", da Netflix, retrata que o racismo está velado até nas instituições governamentais, cinco jovens negros foram injustamente acusados de estuprarem uma mulher no Central Park. Entretanto, não muito longe da ficção, no Brasil, a brutalidade policial aos negros é persistente. Nesse aspecto, convém analisar os principais fatores que corroboram para essa problemática.
Primeiramente, é relevante ressaltar que a Lei Áurea foi promulgada, em 13 de maio de 1988 é através dela ficou proibida a escravização de pessoas. Todavia, vários casos de violência contra pessoas de pele escura são vistos frequentemente. Segundo reportagem transmitida pelo telejornal Cidade Alerta, o menino João Pedro, de 14 anos, foi assassinado após ter sua casa alvejada por 72 tiros disparados por policiais. É, portanto, inadmissível que nada seja feito para acabar com casos assim.
Além disso, tal intimidação causa um estrago além do que se vê, uma vez que principalmente crianças afrodescendentes que escutam casos de pessoas mortas por esse motivo, acabam sendo impactadas por eventos traumáticos e se identificam com as vítimas. Dessa forma, a revista Folha de São Paulo publicou notícias sobre um homem espancado até a morte por seguranças do Carrefur em Porto Alegre. É inaceitável que, em um país signatário dos direitos humanos, pessoas sejam brutamente espancadas somente por não ser de cor branca.
Fica claro, portanto, que o governo juntamente com o Ministério da Justiça deve tomar medidas para esse impasse, promover melhorias para leis, por meio de punições severas para aqueles que desrespeitá-las. Espera-se, com isso, minimizar gradativamente esse problema na sociedade brasileira, pois todos independente da cor da pele tem o direito de usufruir dos seus direitos.