Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 16/12/2020
Em um dos episódios da série “Grey’s Anatomy”, é retratado o racismo. Miranda Bailey se junta ao seu marido Ben para conversarem com o filho Tuck, de 13 anos de idade, sobre como agir caso um policial o parasse. Assim, garantindo que o policial não suspeitasse que ele está tentando fazer algo que não deveria e coloque sua vida em risco apenas por ser um garoto negro. Na realidade, isso não é diferente, não só no Brasil mas no mundo todo, seja racismo enraizado ou pela falta de leis rigorosas contra quem comete esse tipo de atitude. No entanto, é necessário que medidas sejam tomadas a fim de conter essa situação.
Deve-se pontuar, de início, que o racismo enraizado provém da dívida deixada pela escravidão, principalmente na época (séculos XVI e XVII) em que os negros eram vendidos como mercadorias e com isso sua raça e cultura foram desrespeitadas. Mesmo após a abolição da escravatura em 1888 o racismo continua, o negro é duplamente discriminado por sua situação socioeconômica e por sua cor de pele e sendo visto como “marginal”.
Nessa perspectiva, é evidente que o racismo ainda existe, um exemplo disso é o caso de George Floyd, de 46 anos que foi morto após ser algemado e ter o pescoço prensado contra o chão por aproximadamente nove minutos pelo joelho de um policial branco, após ser acusado de tentar usar uma nota falsa de US$20, em Minneapolis, no estado de Minnesota. As últimas palavras de Floyd: “eu não consigo respirar”, tornaram-se um lema presente nos protestos contra o racismo e a violência policial.
Em resumo, a violência policial contra negros existe e tange os direitos humanos. Dessa forma, o Governo Federal em conjunto com o Poder Legislativo, devem tornar as leis já existentes mais rígidas, com penas maiores para quem violá-las, a fim de instigar a segurança desses negros, além de realizar propagandas através de panfletos ou anúncios de televisão para conscientizar as pessoas sobre o racismo e suas consequências, com o intuito de se ter uma sociedade menos racista e violenta.