Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 31/12/2020
Conhecida como “cidadã”, por ter sido concebida no processo de redemocratização, a Constituição Federal foi promulgada em 1988 com a promessa de assegurar os direitos de todos os brasileiros, sendo um deles a segurança. No entanto, apesar da garantia constitucional estabelecida, nota-se que na prática isso não acontece. Sendo assim, percebe-se que a violência policial contra negros no Brasil e no mundo é um obstáculo a ser combatido, devido não só a Insuficiência de Leis, mas também ao racismo.
À vista da violência policial contra os negros, a ausência de medidas governamentais fica evidente no Brasil e no mundo. Segundo o terceiro presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson, “a aplicação das Leis é mais importante que sua elaboração”, ou seja, é preciso que medidas sejam tomadas, para que os direitos garantidos na Constituição sejam efetuados. Nesse sentido, cabe ao Governo viabilizar ações para que os negros também possuam uma vida totalmente igualitária às outras sem exceções, tendo a total garantia da sua segurança.
Além disso, as diferenças sociais encontra terra fértil no racismo. No Artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos relata que “todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos”. Portanto, percebe-se que as pessoas negras, por terem seus direitos negados, sofrem dificuldades para sobreviver, pois ao serem julgados pela sua cor de pele, ficam vulneraveis a violencia policial. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a pendurar.
Portanto, a agressividade policial contra os negros no Brasil e no mundo apresenta barreiras preocupantes. Para amenizar esse cenário, cabe a população promover manifestações, através de abaixo-assinados direcionados ao Poder Judicial, com o objetivo de exigir a garantia dos seus direitos no cotidiano. E ainda, urge que o Governo Brasileiro e os demais criem projetos e campanhas que sirvam de apoio para a proteção das vidas negras. Assim, ressalta-se a relevância de resolver a agressão contra os negros sofridos pelos policiais, pois assim como disse Martin Luther King, as pessoas negras também declaram: “Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele”.