Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 02/01/2021
“É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Essa é uma das frases mais famosas de Albert Einstein, que demonstra a dificuldade em desfazer a discriminação no mundo. Os negros representam uma parcela étnica que mais sofre com tal episódio. A origem desse prejulgamento está intimamente ligada com o escravismo, e a luta por igualdade ganhou mais força em 1963, perdurando até os dias atuais.
Primordialmente, é necessário entender quais as raízes dessa intolerância étnica. Os mulatos foram os principais a serem submetidos às situações horríveis de escravidão, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, devido a sua força física. Não possuíam direitos, eram tratados como produtos e viviam uma vida de submissão. É uma história lamentável, mas explica com clareza o preconceito que foi, desde sempre, vivido por esse grupo.
Contudo, a situação começou a se alterar em 1955. Nesse período, os afrodescendentes só poderiam usar os acentos do transporte público se não houvesse nenhum branco em pé no ônibus. Mas um dia Rosa Parks, uma mulher negra que retornava do trabalho para casa, recusou-se a levantar do banco. Segundo o site Brasil Escola, foi presa logo em seguida quando o motorista acionou a polícia, mas o que ninguém esperava é que com esse ato essa mulher acabaria, em 1956, com a segregação racial nos transportes públicos. Tal fato é de suma importância para demarcar o ínicio da luta por equidade civil, garantindo alguns direitos aos antes marginalizados.
Em suma, os negros são o principal grupo étnico alvo de discriminação ligado historicamente ao passado escravista. Para alterar essa dinâmica enraizada, é necessário uma alteração na indústria cultural. No Brasil, a Agência Nacional de Cinema pode produzir filmes com protagonistas e atores negros, para que essa parcela da população se sinta incluída na sociedade e os telespectadores altere suas visões de que os brancos são privilegiados, criando empoderamento negro e diminuindo o preconceito.