Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 22/05/2021
O RACISMO ENRAIZADO NA SOCIEDADE
O racismo, mesmo depois de anos após a abolição da escravidão, ainda é um problema que interfere de maneira recorrente na vida de pessoas negras no Brasil e no mundo de forma semelhante. Principalmente atráves da crueldade e violência polícial que a população negra sofre. Com isso, esse grupo de pessoas é muito prejudicado na sociedade, isto em razão do racismo estrutural que está enraizado na população.
É vísivel que há diferença de tratamento entre brancos e negros, naturalmente, policiais agem em função social racista, reproduzindo desigualdades na sua atuação, por exemplo. A professora da Escola de Serviço Social da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, Yanilda Maria Gonzáles, afirma que tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, a maneira policial de agir e as vítimas de sua violência são semelhantes: ‘‘O mais preocupante ainda é que essa violência se concentra muito mais nas populações negras. Nos EUA, as pessoas negras são 13% da população, mas 25% das vítimas assassinadas pela polícia. No Brasil, as pessoas negras são mais da metade da população, mas 75% das vítimas’’.
A partir desse conceito, nota-se o preconceito e a desigualdade racial em função das raízes do racismo desenvolvidos na sociedade e mostra que esse relatos de violência polícial contra negros são normalizados pelo mundo. Portanto, propõe a mesma ideia da desigaldade social, demostrando que cidadãos não merecem ser tratados com igualdade.
Logo, para diminuir a ocorrência de relatos de violência polícial contra negros, é importante a mobilização e empatia de indíviduos, provocando manifestações públicas, pela internet com o apoio da mídia ou pelas ruas mostrando que a sociedade luta pela igualdade racial e pelo direito da população negra. E, a partir disso, pressionar políticos para que a polícia seja punida e não se acomode com essa situação. Posteriormente, o Congresso Nacional atuaria aumentando a pena do tempo de cadeia contra crimes racistas, dando tolência zero ao proconceito. Por fim, campanhas educativas proposta pelas escolas, para um processo lento, porém eficiente de desconstrução do racismo enraizado na sociedade.