Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 31/05/2021
Violência policial tem que acabar!
Em 2020, maio, ocorreram protestos nos Estados Unidos contra a violência policial em negros devido à morte de George Floyd por um policial branco, que o asfixiou com o joelho apoiado em seu pescoço por longos 9 minutos. Dentro desse acontecimento e outros semelhantes entram em debate o que está escrito na Declaração dos Direitos Humanos de 1948, que deve o direito à integridade física e respeito à etnia para qualquer pessoa, sem exceção, e a sua realidade, que não é totalmente cumprida por quem são designados a proteger todos os cidadãos, os policiais. A partir disso, deve-se firmar que a violência policial deve ser extinta, pois, são os policiais devem proteger a todos, sem distinguir cor ou classe social. Em primeira análise, sabendo que o racismo enrazaido advém do colonialismo, principalmente durante os séculos XVI e XVII, época em que as pessoas negras foram vendidas como mão de obra escrava para satisfazer os anseios da metrópole, e dessa forma, sua raça e sua cultura foi menosprezada. Nesse contexto, o racismo ainda reluz sobre a sociedade vigente, visto que, muitas vezes como características físicas e pele preta são fatores racistas que minimizam essas pessoas e influciam para que uma violência policial ocorra e faça com que esses indivíduos se tornem seleccionados de um sistema desigual preconceituoso. Assim, faz-se imprescindível a dissolução dessa conjuntura, visto que características e cor de pele não devem ser fatores para pôr em risco a vida de alguém. O escritor e filósofo inglês Chesteron afirma que “ter o direito de fazer uma coisa não é, absoluto, estar certo em fazê-la”. Contudo, este ideal deve ser levado à tona, tendo em vista que o fato do estado portar o uso da violência legalizada, não justifica a ação do mesmo tirar proveito da lei sobre os menos favorecidos. Este abuso de poder é apontado estatisticamente, pois segundo a ONU a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado no país. De modo que a polícia brasileira para de ser sgregacionalista, é inevitável a mobilização de toda a sociedade. O ministério da segurança pública deve criar um aplicativo, com o intuito de ser um canal de comunicação, aonde os cidadãos devem denunciar atos violentos da polícia imprudentemente, em situações de discriminação étnica, cabe não só a mídia mostrar, mas também aos cidadãos.