Violência policial contra negros no Brasil e no mundo

Enviada em 03/08/2021

A obra “O triste fim de Policarpo Quaresma”, de Lima Barreto, tem como característica mais marcante seu nacionalismo ufanista, acreditando em um país útopico. Nessa perspectiva, o problema da violência policial contra negros torna o país ainda mais distante do imaginado pelo sonhador personagem. Portanto, fatores como a intolerância racial e a desigualdade social favorecem o agravamento desse impasse no país.

Em primeira análise, vale ressaltar que a negação de negros na sociedade ainda se faz muito presente no Brasil contemporâneo, uma vez que o maior número de mortes são de pessoas negras e por pessoas que deveriam fazer o papel de defesa aos cidadões. Prova disso, o jornal “G1 News”, Das 1.814 pessoas mortas em ações da polícia em 2019, 1.423 foram pretas ou pardas. Entre elas, 43% tinham entre 14 e 30 anos de idade. Evidênciando uma elevada taxa que precisa ser combatida na sociedade.

Ademais, a desigualdade socialista que o país vive gera desafios ainda maiores nas vidas das pessoas que sofrem com esse obstáculo. Desse modo, dados da “Pnud” (Programa das Nações Unidas de Desenvolvimento), mostra que o Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, influenciando negativamente em melhorias dessa situaçaõ. Dessa maneira, a desigualdade presente desfavorece uma taxa de vida melhor a essas pessoas, pois o número de homicídios e preconceitos sofridos à esses indivíduos de forma ilegal aumentam desproporcionalmente.

Destarte, a violência contra negros representa uma ameaça concreta não apenas aos indivíduos diretamente envolvidos como a todos cidadões que, indiretamente, também figuram vitimas de seu legado. Nesse sentido, o Estado deve executar melhorias em profissionais dessa área, por meio de verbas. Espera-se, com isso, que policiais parem com esse preconceito e mortes de inocentes, tornando um país igualitário e justo a todos.