Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 04/08/2021
Segundo o líder sul-africano Nelson Mandela, “Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode-se ensiná-las a aprender amar.” Entretanto, no Brasil e no mundo, a violência policial contra os negros têm se tornado frequente, a qual provoca uma grande lista de pessoas negras vítimas dessa tragédia. Sob essa perspectiva, a razão motivadora como o preconceito policial contra os negros em geral, deve ser mudado sem morosidade.
Sob esse viés, a brutalidade policial aos negros é persistente no Brasil e em diversos outros países, na qual é levantada pelo racismo dos agentes que agem sem profissionalismo. É relevante ressaltar um ocorrido nos Estados Unidos, onde o norte-americano George Floyd foi agredido por policiais de forma injusta e por motivos racistas, logo, o jovem não sobreviveu. Além disso, os negros possuem uma vida injusta durante toda história, mas merecem claramente uma vida normal e serem tratados igualmente a pessoas que não possui sua mesma cor.
Ademais, a sociedade brasileira também se encaixa na violência policial contra a cor negra desde o período colonial do Brasil. Nesse viés, de acordo com o livro de Mandela “Longo caminho para a liberdade: uma autobiografia”, o homem corajoso não é quem não sente medo, mas quem vence esse medo. Sendo assim, embora a escravidão tenha sido abolida em 1888, ainda continuam impondo diferenças entre ser branco ou negro, fato bastante ocorrido pelos policiais aos civis de pele escura. Os mesmo, devem assimilar que não há irregularidade alguma em nascer negro, assim sendo, é importante lidar com todos de natureza igual.
Infere-se, portanto, medidas são precisas para solucionar este impasse. Logo, o ministério da justiça deve impor regimentos específicos a estes atos indevidos causados por policiais e junto com debates reflexivos sobre racismo na sociedade brasileira e mundial, além, de controlar as armas de fogo de forma duradoura, diminuindo sua disponibilidade. Dessa forma, o ministério deve desenvolver amplos programas de prevenção social da violência voltados para os mais vulneráveis à violência.