Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 01/04/2022
Ao longo da história ocidental, a população negra enfrenta há seculos inúmeras questões segregacionistas que de diversas maneiras os oprimem. Com o passar dos anos, apesar de todo o esforço realizado por movimentos negros, o preconceito continua como uma realidade em vários locais do Brasil e do mundo. Desse modo, essa conjuntura culmina entre outras coisas em um tratamento policial totalmente desigual e injusto dentro da mesma sociedade.
Em primeira análise, é notável diferença na tratativa para com os negros em relação a representantes de demais etnias. Diante de tal contexto, é possível observar em diversos locais do planeta a desproporcionabilidade entre os números de vítimas negras que sofreram violência policial em relação à parcela populacional representada pelas mesmas. Como exemplo disso, no Brasil observa-se que pessoas negras representam pouco mais da metade da população brasileira, porém, são 75% das vítimas de agressão policial. Torna-se clara, portanto, tamanha disparidade nas condições humanas entre membros do mesmo âmbito social.
Ademais, é clara a omissão e negligência de alguns países para com acontecimentos racistas ao redor do planeta. Tal negligência, pode ser exemplificada pela demora do governo brasileiro a se posicionar diante do assassinato de George Floyd em Minneapolis, Estados Unidos, devido a fatores diplomáticos. Evidencia-se assim, a tratativa não prioritária para com causas raciais de suma importância por parte do governo brasileiro.
É notório, portanto, a tomada de providências para atenuar tal problemática. Logo, é necessário que instituições escolares promovam dentro do ambiente de ensino palestras e dinâmicas sobre o racismo estrutural. Nessa lógica, para que haja a adesão dos estudantes, tais medidas devem realizada com determinada frequencia e promovidas por pedagogos e demais especialistas da área, visando, de tal maneira, esclarecer e combater o racismo na sociedade.