Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 04/04/2022
Segundo o filósofo prussiano Immanuel Kant, toda mudança só ocorre exclusivamente a partir de algum esforço. No entanto, ao observar a violência policial contra negros no Brasil e no mundo, percebe-se um limitado esforço para efetuar essa problemática. Tal realidade pode ser evidenciada não só pelo racismo, mas também pelo abuso de poder das autoridades.
Em primeira instância, convém ressaltar os entraves relacionados a violência policial contra negros no Brasil e no mundo, uma vez que o racismo é um ponto preponderante. À vista disso, a população mundial ainda convive e pratica diversas formas de preconceito contra os negros, porque grande parte das pessoas associam incoerentemente os negros à marginais. Por esse motivo, percebe-se as consequências da escravidão nos dias atuais, pois os negros sofrem em maior número com a falta de moradia, escolaridade e trabalho se comparado aos pardos e brancos. Por consequência, as pessoas não rompem o ciclo do racismo e prejudicam injustamente a vidas dos negros.
Outrossim, o abuso de poder das autoridades é um ponto relevante na temática. Neste contexto, os policiais atiram e matam negros com absoluta certeza de se tratar de criminosos, já que por possuírem poder perante a situação, julgam necessário a repreensão violenta do indivíduo apenas por acreditarem que todo negro é pobre e criminoso. Em virtude disso, nota-se o crescente número de casos de negros mortos e presos injustamente no mundo. Por conseguinte, os cidadãos, muitas vezes inocentes, perdem suas vidas apenas por serem negros. Consoante à teoria de Bauman, no livro “Globalização”, tudo o que é feito ou deixa de ser realizado, afeta diretamente na vida do outro, à medida que o abuso de poder dos policiais com negros gera uma crescente dos ideais racistas.
Portanto, cabe ao Governo Federal, detentor do poder público, promover leis que proíbam o abuso de poder por parte dos policiais e a existência de pena eficaz para casos de racismo, por meio da fiscalização dos profissionais e a validação da lei, afim de acabar com os casos de violência policial contra os negros. Em plenitude, para que, a partir das ações um esforço seja aplicado como supracitado por Kant.