Violência policial contra negros no Brasil e no mundo
Enviada em 26/10/2022
Em sua obra “Cidadão de Papel’’, o escritor Gilberto Dimenstein discorre acerca dos direitos constitucionais, os quais muitos cidadãos possuem apenas na teoria, mas não usufruem de fato na prática. Tal circustância é evidênciada no âmbito que diz respeito à todos serem iguais perante à lei, visto que esse direito é desrespeitado, fato que pode ser percebido ao analisar-se a violência policial contras os negros no Brasil. Dessa forma, a problemática é persistente em virtude da lacuna escola e da negligência governamental. Sendo assim, é necessária a análise desse imbróglio para superas esses óbices.
A princípio, nota-se os métodos da educação nacional como impulsionadores do problema. Nesse sentindo, segundo o pensador suiço Jean Piaget, o principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que as outras gerações fizeram. Entretanto, esse pensamento vai de encontro com o sisterma educacional atual, que desde século XIX, como, a discussão sobre a igual e de como denunciar quando presenciar ou sofrer uma violência policial contra negros. Isso ocorre devido a transformação das escolas em instituições obsoletas, fato que contribui para a persistência desse crimo. Com isso, as policiais não são punidas e continuam violentando os negros, simplesmente por causa da cor da pele. Logo, é notório que a omissão escolar se associa com a não efetivação do combate à violência policial contra os negros.
Além disso, vale ressaltar que essa situação é corroborada pela inobservância estatal. De acordo com o filosófo francês Jean Jacques Rousseau, o Estado é responsável por garantir os serviços básicos dos cidadãos, dentres eles, à igualdade. Contundo, com a atuação passiva do governo em observar o comportamentos dos políciais, os sujeitos são impedidos dessa garantia na prática.Consequentemente, a segurança não é vista de modo responsável o que ocasiona com a continuação da violência por motivo de poucas câmeras instaladas nas ruas para ver as atitudes dos políciais.Dessa maneira, a negligência governamental não só colabora com o problema como se fosse algo que não precisasse ser resolvido, mas também com o anacronismo do direito. Portanto, é imprescidível superar esses óbices.