Violência urbana no Brasil
Enviada em 14/08/2019
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem estar social. Conquanto, a violência urbana no Brasil impossibilita que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática, devido não só ao fator educacional, mas também a falta de segurança. Nesse prisma, é importante analisar essa questão.
Em primeiro plano, vale abordar a educação sendo um fator principal no desenvolvimento de um país. Desse modo, acredita-se que a falta de educação familiar contribui para o desenvolvimento da violência urbana, tal como roubo podendo levar ao homicídio. Conforme o Atlas da Violência de 2018, o número de assassinatos cometidos no país em 2016 foi de 62.517 mil pessoas. Diante do exposto, vê-se o homicídio com elevado número, decorrente do alto índice de violência como contraste da ausência educacional.
Faz-se mister,ainda,salientar a ausência de segurança no Brasil, equivalendo como impulsionador do problema. De acordo com Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, politicas e econômicas é a característica da “modernidade liquida” vivida no seculo XXI. Diante de tal contexto, a carência na segurança faz parte da realidade brasileira, muitos cidadãos tendo o medo de sair de sua residencia. Assim, o estado não tendo garantido o direito e bem estar dos cidadão como consta na Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Infere-se, portanto, que a violência urbana deve ser superada. Para isso, o Governo deve proporcionar mais investimentos em política pública voltado para segurança, bem como, reforço de proteção com guardas nos principais locais que apresentam a violência urbana frequentemente, a fim de proporcionar a segurança e o bem estar de todas as pessoas como observa-se na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Além disso,outras medidas devem ser tomadas,porém, de acordo com Oscar Wilde, “O primeiro passo é o mais importante na evolução do homem ou nação”.